Alguns dias depois, durante o sono, Mônica é despertada por uma voz.
Ela desce correndo as escadas e vai até o porão de sua taberna.
De um buraco no chão saira o homem que ela aguardara.
- Theo.
Mesmo parecendo debilitado, Theo está com uma fisionomia alegre e jovial. Seu corpo está nu, com uma coloração viva. Ele parece-se mais agora com um humano comum.
- Oi, neném. Que bom que deu tudo certo!
O frio da noite obriga Mônica a cobrir Theo com um xale.
- Obrigado.
- Não precisa agradecer.
Os dois ficam em silêncio durante um bom tempo.
- E agora Theo, o que vai fazer?
Theo observa sua mão esquerda, ele a movimenta sente que possui energia para continuar.
- Olha, se não tivessem me feito um grande favor, eu juro que trucidaria aqueles ignorantes. Ainda mais a sua irmã.
- Theo!
- Desculpe-me. A união das duas metades ainda não está completamente assimilada. Eu fico num conflito interno constante.
Theo pega metade da coberta e divide com Mônica. Os dos ficam abraçados em silêncio.
- Mônica, tem uma coisa que eu ainda não te contei.
Mônica olha para Theo, que agora apresenta um semblante de tristeza contida.
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