Os inquisitores reagiram conforme Theo havia planejado. Exorcizaram o demônio que ficara preso ao corpo de Theo e destruiram a estátua dentro do caixão.
O que não se esperava era que La Cuña ferisse sua irmã.
Ao contrário do que pensavam os invasores, o tiro foi muito grave, e Mônica corria sério risco de morrer. Theo então, ainda em transição, interfere no seu corpo, assumindo o controle por alguns segundos, o suficiente para que a ferida mais grave se curasse e apenas um ferimento leve ficasse evidente.
Assim que ele juntou as cinzas pela terra, Theo começou um lento processo de reconstrução, que levaria alguns dias para se competar.
Enquanto isso, ele ficaria alí, em baixo da taberna, para depois seguir com seu objetivo.
A todo o instante, Theo conversava com Mônica.
- Me perdoe por envolver você nisso. Não imagiaria que sua irmã seria tão cruel a ponto de atirar em você sem pestanejar.
Mônica, sem dizer palavra alguma, apenas segurava com firmeza a jóia brilhante que passara a usar como um anel. Seus pensamentos eram transmitidos a Theo.
"Não se preocupe. Eu sempre soube que isso poderia acontecer. Ela não suportava me ver feliz. Ela nunca me deixaria ser feliz"
- Agora acalme-se e deixe esses merdas de curandeiros com suas ervas e suas pomadas de esterco e sua reza inútil, pensarem que tudo acabou. Será melhor assim.
"Fique comigo! Por favor!"
- Não se preocupe. Eu estou aqui.
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